I Kissed A Girl

6.11.12



Já passavam das 21 horas quando cheguei do ginásio, e encontrei a minha amiga Júlia na porta da minha casa. A mesma tivera uma discussão com o namorado e estava arrasada. Convidei-a a entrar, ela chorava muito e não conseguia falar. Estava cansada, tomou banho e deitou-se na minha cama. Pediu que deitasse com ela, não queria se sentir só.
Sentei apoiando as costas na cabeceira da cama, e deixei que colocasse a cabeça no meu colo.                                                                                                   Fazia-lhe carícias no cabelo e tentava consola-la.
Deslizava a mão pelo cabelo e descia até ao pescoço, sentindo a sua pele levemente arrepiada. Comecei a gostar da sensação, e senti que aquilo também a agradava.
Enquanto a acariciava, senti a minha vagina levemente humedecida, começando a ficar excitada. Fiquei envergonhada "O que se passa comigo? ela é mulher e não homem!" mudei rapidamente de posição com medo de estar a perturbá-la. Virei-me de costas para ela, e encolhi-me forçando o sono.
Minutos depois, senti a sua perna sobre a minha e comecei a sentir um tesão incontrolável. Não sei o que ela pretendia com aquilo, mas estava a faltar pouco para ceder.
                   

Eu não sou lésbica, tenho um namoro de quase três anos com um homem maravilhoso, mas não pude resistir. Eu já olhei para outras mulheres antes, e confesso que sempre me encantou de uma forma diferente. Imaginava o corpo nu de uma outra mulher deitado sobre o meu, os nossos lábios a beijarem-se... muitas vezes! Mas é claro que era só imaginação, fetiches ou o que quiserem chamar, nunca tencionei pôr em prática nada do que imaginara... Até então:
Ela manteve a perna sobre a minha coxa, passou o braço debaixo do meu e pôs a mão entre as minhas pernas encolhidas, tocando de leve ― Sobre a cueca ― a minha rata. ― Podia jurar que ela sentiu o quão molhada estava. Beijou-me a nuca, e logo pensei: “Ela quer me foder"
Pouco depois, sentou-se na cama, e puxou o meu o braço para que fizesse o mesmo. Apalpou a minha perna. Encostou-se a mim lentamente, e assim, senti um beijo leve no rosto direito. Arrepiei, não consegui controlar-me. Ela percebeu o meu misto de susto e prazer, e então deu-me outro beijo na testa, um beijo longo e intenso. Virei-me para ela, à espera que beijasse a minha boca, e ela não o fez. Fiz uma cara de surpresa. Ela sorriu, tirou a blusa. E sem qualquer palavra, tirou a minha blusa também levantando e estendendo a mão para que eu fizesse o mesmo. Toquei o ombro dela e desci levemente a mão pelo seu braço. A pele dela era macia e lisa. Tirei a cueca, e ‘num minuto depois estávamos nuas.
Toquei o ombro dela e encostei o meu peito aos dela, ― o peito dela era quente, e tinha um piercing em cada ― e só aquela sensação já me dava imenso prazer. Ela desceu a língua pelo meu pescoço, até encontrar o meu peito, e chupou-o, durante algum tempo, enquanto acariciava o outro com sua mão lisa. Era bom sentir a língua dela nos biquinhos das minhas mamas, sentir boca toda a mamá-las. Era boa a sensação de não estar a ser arranhada por nenhuma barba, e a pele dela era tão delicada que a sensação de prazer era infinita.


Continua...

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3 Comentários

  1. Fiquei excitada! Não vejo a hora de ler a continuação.

    Adoro os teus textos. Beijos

    Márcia :)

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  2. Bonito texto.

    Aprecio muito o teu blog, continua assim. Hélio Pires

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  3. Adorie miúda!
    Houve uma passagem em escreveste que:
    ''...tenho um namoro de quase três anos com um homem maravilhoso'' mas mais adiante fizeste um outro comentário como alguém que estivesse farta dizendo que:
    ''Era boa a sensação de não estar a ser arranhada por nenhuma barba...''.
    Vou aguardar pela continuação!
    Bjo Diedro

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