I'm her Man

12.5.12



   Olá, sou o Pedro.
 
  A Vera é ciumenta mas é uma óptima companheira. O que ela disse sobre mim não foi nenhuma invenção. Nos zangamos pouco é verdade. Porque eu sei esconder muito bem os meus casos, mas ontem falhei:
Encontrou uma marca de batom na minha camisa. Nada sério. Desconfiou, gritou, chorou enraivecida. Consegue ser histérica e sexy ao mesmo tempo. Ficou no quarto por 4 horas, voltou para a sala, deu-me um estalo na cara. Doeu.  Fui atrás dela e puxei-a pelo cabelo postiço.
  — Quem tu pensas que és,Vera? — o corpo dela encostou-se ao meu. Como ela pode ter esse rabo tão grande? –Pensei. Passei o meu  braço entre o corpo dela e apertei -o contra mim. — Ou por acaso queres  o que eu estou a pensar? — dei  um riso sarcástico que eu sei que ela detesta.

  Tentou sair do meu abraço, conseguiu, foi para o quarto e atirou-se na cama. A vista era linda. Não da cama, mas do calção dela.Colado ao corpo, malha fina. Fui atrás. Deitei por cima, esfreguei, apenas pressionei o corpo dela, deixando-a sobre o meu controle. Dei uma forte palmada , apertei a carne. Ela gosta. Passei a minha boca pelas costas dela, senti o corpo dela quente e ela a segurar o lençol a cada mordida minha. Chupei-a. Com gosto, com vontade. Gosto. O gosto dela tem um gosto bom.
Saí de cima dela. Pus p'ra fora, ela pôs na boca. –Olha para mim! -Ordenei. Ela engasgava, engolia, Punha na boca, esfregava. Sabia como enlouquecer-me. O modo como ela passava a língua não era normal. O pegava totalmente p'ra si. És uma pervertida. –Gritava eu a gemer de tão teso que estava. E como são carnudos esses lábios. Todos.
  Tirou a boca, deitou-se novamente na posição de início. Agora sem o calção, molhada, a suar, à minha espera. Fui p'ra cima outra vez. Entrei. É um mundo novo quando eu estou dentro dela. As costas dela coladas à mim, o meu peito nela e a pila no rabo. Tudo encaixa-se perfeitamente. Puxei o cabelo dela e deixei  a minha boca  perto do seu ouvido. E ela sabia o que fazer:  gemia o meu nome como uma puta.
  Fodi. Força, vontade, brutalidade, amor, prazer. Tudo num sexo só. Ainda mais quando é com raiva. Não aguentava e pedia para eu parar. Continuava. Ela merecia, ela gostava, ela queria. Depois a nossa respiração ficou sincronizada. Ela respirava fundo, eu também. Tudo no mesmo tempo, no mesmo ritmo, na mesma intensidade. Perdi as forças, mas continuei. Até ao fim. Até ela estremecer, até ela se vir. Também me vim. Nosso suor e os nossos líquidos de prazer  a misturar-se. Prazer, dor, gritos.
 Deitei na cama, respirei, olhei p’ra o lado. Lá estava ela: de costas e encolhida. Cobri-a, saí e fui p'ra cozinha fumar um cigarro. Tomei um gole de café antes, continuei  a recuperar  toda a respiração que ela tirou-me. Ouvi choro. Ela estava a chorar. Mas dessa vez eu sabia que não era de raiva…
Essa é a minha Vera





Créditos: Imagem retirada do Google, Nome da personagem homenageia a minha Seguidora (Stalker) @VazVera

Leia Também

3 Comentários

  1. Grande texto! Sou teu fã menina cheia de talento



    Fábio'

    ResponderEliminar
  2. PERFEITO. Finalmente o Pedro apareceu :D.

    Merece continuação!

    http://www.soentrenosmulheres.co.cc/

    ResponderEliminar
  3. Lindo texto!
    Quando se ama,a gente ultrapassa portas e paredes;)

    ResponderEliminar

Post's Populares

Gosta do Blog no Facebook

Flickr Images

~